Artistas dialogam sobre desafios enfrentados pelos profissionais de dança em África

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    Dois programas financiados pela União Europeia no sector cultural, PROCULTURA PALOP-TL e ACP-EU Culture, vão apoiar a participação de cinco artistas no Festival Internacional de Dança Contemporânea KINANI, em Maputo.

    Os programas da União Europeia, avança uma nota de imprensa, estão a organizar conjuntamente um painel de discussão sobre o tema “Dançar em África: mobilidade internacional, formação e parcerias”. Os artistas Bibiana Figueiredo, luso-angolana residente em São Tomé e Príncipe, Bruno Amarante (Djam Neguim) de Cabo Verde, e Osvaldo Passirivo, moçambicano, beneficiários do PROCULTURA, mais Khodia Touré, senegalesa e Taurai Moyo, do Zimbabwe, beneficiários do ACP-EU Culture, vão partilhar as suas experiências promovendo o diálogo e a reflexão sobre os desafios actuais enfrentados pelos profissionais da dança e da coreografia em África.

    A discussão será conduzida pela especialista e curadora polaca Julia Asperska. Além disso, os artistas terão a oportunidade de participar em todas as actividades do festival, promovendo a internacionalização do seu trabalho e ao mesmo tempo estabelecendo ligações com outros artistas e instituições do sector da dança.

    O Kinani é uma bienal internacional criada em 2005 em Maputo, que figura entre os principais eventos de dança contemporânea do continente africano. É conhecido pela consistente inovação, mobilizando um público cada vez mais amplo. Este ano, o festival acolhe a ‘Biennale de Danse en Afrique’, o maior evento de dança no continente, que reúne personalidades internacionais de destaque no sector. Estes artistas representam vários países unidos pelo desejo de desenvolver a dança contemporânea em África.

    “A participação conjunta do PROCULTURA e do ACP-EU Culture representa uma oportunidade única para fomentar ligações internacionais entre bailarinos, coreógrafos, produtores e outros profissionais da dança. Serve também para sublinhar a relevância dos dois programas financiados pela União Europeia, das suas acções, projectos e dos artistas”, lê-se na nota de imprensa.

    Fonte:O País

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