A bola, dizia Camacho, era o melhor sedativo

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    A homenagem a Fehér no regresso do Benfica à competição após a tragédia em Guimarães

    HÁ 21 ANOS NESTE DIA… (4 DE FEVEREIRO DE 2024)

    O Benfica e o futebol português tiveram, a 25 de janeiro de 2004, um dos piores dias da sua história. No relvado do Estádio D. Afonso Henriques, ao minuto 90+3 do V. Guimarães-Benfica (0-1), Miklos Fehér sorriu e caiu.

    Fernando Guerra, cronista de A BOLA, escreveu: «O que se passou com Fehér sobrepõe-se a qualquer interesse desportivo de Benfica e V. Guimarães, enviando para um plano subalterno todas as incidências observadas sobre o relvado.»

    Nove dias depois, o Benfica recebeu a Académica e venceu por 2-0. Porém, como em Guimarães, o mais importante não foi o resultado, antes a homenagem a Fehér.

    Enorme homenagem também na primeira página de A BOLA: in memoriam Fehér. Com foto dos jogadores do Benfica a erguerem braços ao céu.

    «Os meus jogadores foram uns bravos, porque se tratava de um jogo perigoso para nós. A bola é o melhor sedativo para ultrapassar esta situação», disse José Antonio Camacho no final do jogo.

    Fonte: A Bola

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